9 de jan. de 2014
Postado por
ÉRICA.
às
11:15
CRIATIVIDADE É UM BOM NEGÓCIO!
E enquanto o site não chega...
O que vamos estudar juntos:
R$ 80,00 por oficina, que compreende:
* Material didático
* Uma pausa com um café!
E aonde? em FORMIGA!
no endereço: Rua José Sebastião de Oliveira, nº. 130, bairro Santo Antônio.
Datas:
25/01/2013 (sábado) - das 13h às 19h.
ou
26/01/2013 (domingo) - das 13h às 19h.
Inscrições limitadas!!! Façam neste link aqui:
espero vocês!!!
SERVIÇO:
Oficina: CRIATIVIDADE É UM BOM NEGÓCIO
LOCAL: Rua José Sebastião de Oliveira, 130, Formiga - MG.
Datas: dias 25 ou 26/01/2014
Horário: das 13h às 19h
Valor: R$ 80,00
E enquanto o site não chega...
Pois é, pessoal...
me arrisquei na área da cultura e consegui! criei a LEÃO CULTURA e estou conseguindo transformar sonhos em realidade!
Estou criando um site super bacana com várias informações. Mas enquanto ele ainda não ficou pronto, vou postando por aqui!
estou com uma nova oficina no pedaço. Que tal conhecerem e participarem?
CRIATIVIDADE É UM BOM NEGÓCIO!
uma oficina para aquelas pessoas que:
E então, vamos BOTAR PRA QUEBRAR?
* Tem ideias mirabolantes e geniais;
* Cansaram de ser empregados;
* Querem ter um negócio próprio;
* Precisam aprimorar seu negócio para ter sucesso!
E então, vamos BOTAR PRA QUEBRAR?
O que vamos estudar juntos:
* O que é economia criativa.
* O que eu faço.
* Como os outros me vêem.
* Como aprimorar meu negócio.
* Como posso construir meu plano de negócios pessoal.
Precinhos super especiais:
R$ 80,00 por oficina, que compreende:
* Material didático
* Uma pausa com um café!
E aonde? em FORMIGA!
no endereço: Rua José Sebastião de Oliveira, nº. 130, bairro Santo Antônio.
Datas:
25/01/2013 (sábado) - das 13h às 19h.
ou
26/01/2013 (domingo) - das 13h às 19h.
Inscrições limitadas!!! Façam neste link aqui:
espero vocês!!!
OFICINEIRA: Flávia Leão.
Formada em Direito pela PUC, é pós graduada em Direito Público e em Gestão Cultural. Estudou políticas públicas e culturais na Université Paris I, Panthéon Sorbone. Possui cursos nas áreas de História da Arte, Empreendedorismo, Assessoria de Imprensa e Marketing. É sócia proprietária da empresa LEÃO CULTURA, e gerentes do Teatro da Cidade e do GRUPO ESPANCA! Atualmente ministra cursos e oficinas na área cultural, faz um MBA em Projetos Inovadores e adora transformar o sonho das pessoas em realidade!
SERVIÇO:
Oficina: CRIATIVIDADE É UM BOM NEGÓCIO
LOCAL: Rua José Sebastião de Oliveira, 130, Formiga - MG.
Datas: dias 25 ou 26/01/2014
Horário: das 13h às 19h
Valor: R$ 80,00
8 de jul. de 2013
Sucesso de oficinas!
Postado por
ÉRICA.
às
12:12
Se estar na cidade onde nasci é bom, estar rodeada de pessoas especiais é melhor ainda!
As oficinas ministradas em Formiga foram um sucesso!
Fui muito bem recebida pela turma e conheci muita gente bacana.
Espero que todos tenham aproveitado! E que agora, venham bons projetos para a cidade!
e um beijo especial à Maria José Boaventura, que gentilmente cedeu seu atelier e seu tempo para nos abrigar!
As fotos dos melhores momentos:
As oficinas ministradas em Formiga foram um sucesso!
Fui muito bem recebida pela turma e conheci muita gente bacana.
Espero que todos tenham aproveitado! E que agora, venham bons projetos para a cidade!
e um beijo especial à Maria José Boaventura, que gentilmente cedeu seu atelier e seu tempo para nos abrigar!
As fotos dos melhores momentos:
19 de jun. de 2013
OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS
Postado por
ÉRICA.
às
11:18
Pessoal,
UMA IDEIA NA CABEÇA? QUE TAL UM PROJETO NO PAPEL?
ESCOLHA SEU MELHOR DIA:
- Dia 29 de junho - sábado
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
- Dia 30 de junho - domingo
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
- Dias 01 e 02 de julho - segunda e terça
das 19h às 22h.
- Dia 04 de julho - quinta
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
- TURMA EXTRA: Dia 09 de julho - terça
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
no Espaço Myra de Arte
Rua Lagoa Dourada, 67
Prado - BH
Investimento: R$ 100,00
Inscrições abertas e vagas limitadíssimas!! CLIQUE AQUI
ESPERO VOCÊS!!!!
a Lei Estadual de Incentivo à Cultura está com edital aberto... E muitas pessoas querem elaborar projetos e tem dificuldades: por onde começar? Como organizar as ideias? O que vem primeiro? Como montar?
Por isso, eu quero ajudá-los: VAMOS ESCREVER JUNTOS?
UMA IDEIA NA CABEÇA? QUE TAL UM PROJETO NO PAPEL?
OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS PARA A LEI ESTADUAL DE INCENTIVO À CULTURA
ESCOLHA SEU MELHOR DIA:
- Dia 29 de junho - sábado
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
- Dia 30 de junho - domingo
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
- Dias 01 e 02 de julho - segunda e terça
das 19h às 22h.
- Dia 04 de julho - quinta
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
- TURMA EXTRA: Dia 09 de julho - terça
das 9 às 12h e das 14 às 17h.
no Espaço Myra de Arte
Rua Lagoa Dourada, 67
Prado - BH
Investimento: R$ 100,00
Inscrições abertas e vagas limitadíssimas!! CLIQUE AQUI
ESPERO VOCÊS!!!!
4 de jun. de 2013
CURSOS DE GESTÃO CULTURAL E HISTÓRIA DA ARTE EM FORMIGA!
Postado por
ÉRICA.
às
14:39
Pessoal,
vendo o interesse dos formiguenses em aprender mais sobre a gestão de projetos culturais e como colocar a "mão na massa", lancei várias perguntas no Facebook e muitas pessoas interessadas responderam. Foram semanas conhecendo o interesse de cada um e viabilizando a melhor forma de criar um espaço aconchegante e propício para a troca de ideias, conhecimento e cultura!
Lancei vários cursos para que os interessados escolhessem. 2 foram os mais votados. A partir daí, firmei uma parceria para realização e criei um material bacana. E os cursos vem aí!
GESTÃO CULTURAL E HISTÓRIA DA ARTE EM FORMIGA!
Dias 06 e 07 de julho de 2013.
06/07: das 9h às 12h; das 14h às 18h (Conhecendo as Leis de Incentivo e Elaborando Projetos Culturais, com Flávia Leão)
Conheça a ementa do curso clicando AQUI!
Conheça a ementa do curso clicando AQUI!
07/07: das 9h às 12h (História da Arte e Sociedade Contemporânea, com Tiago Tonial)
Conheça a ementa do curso clicando AQUI!
Conheça a ementa do curso clicando AQUI!
Local: Atelier Maria José Boaventura
Praça Dr; Olinto Fonseca, nº 2.
Centro
Formiga, MG.
Investimento:
2 cursos: R$ 70,00
1 curso: R$ 40,00
ATENÇÃO!!! OS SETE PRIMEIRO INSCRITOS NOS 2 CURSOS GANHARÃO UMA APOSTILA DE GESTÃO CULTURAL!!!
As vagas são limitadas! Garanta a sua!
Formiga precisa de gente interessada em cultura!!!
Espero vocês! Até lá!
Palestrantes:
Tiago
Tonial:Formado em História
pela UFMT, pós-graduado em Docência do Ensino Superior pela Universidade
Estácio de Sá e mestre em Lazer pela UFMG. É membro do grupo experimental e de
pesquisa da Mimulus Cia de dança. É titular das cadeiras de História da Arte e
Sociedade Contemporânea da Universidade Estácio de Sá. É pesquisador na área de
História da Arte e movimentos na dança.
Flávia
Leão: Formada em Direito
pela PUC. Estudou Políticas Públicas, Políticas Culturais e Direito
Internacional e Comunitário na Université Paris I, Panthéon Sorbonne. É
pós-graduada em Direito Público pelo IEC-PUC MG e em Gestão Cultural pela UNA
BH. Estudou gestão cultural no Observatório da Diversidade Cultural e no Galpão
Cine Horto, com Rômulo Avelar. Atualmente trabalha com grandes nomes como Yara
Tupynambá, Sarah Vaz, Debora Pazetto, Felipe Arthur, Aldrin Gandra, Guidi
Vieira, Myra Cultural, Garcia y Lorca, entre outros.
29 de mai. de 2013
...e pra quem gosta de ler.............
Postado por
ÉRICA.
às
17:26
Pra quem gosta da tal da produção cultural, selecionei vários links com livros totalmente gratuitos e excelentes. Já li todos e recomendo muito!
Queria achar um local com todos estes links. Como não encontrei, resolvi eu mesma criar!
Boa leitura a todos!!!
Dica pra quem queira fazer boas pesquisas sobre Produção Cultural: os quatro volumes on line do box da Azougue Editorial já estão disponíveis! É só acessar os links.
Volume I, clique AQUI
Volume II, clique AQUI
Volume III, clique AQUI
Volume IV, clique AQUI
Quem quiser um pouco mais, pode também conferir o site com diversas vídeo-entrevistas: AQUI.
Guia do Empreendedor Sociocultural. Um livro pequeno e de fácil leitura!
Clique AQUI
Livro PENSAR E AGIR COM A CULTURA, vários textos dos professores e pesquisadores do OBSERVATÓRIO DA DIVERSIDADE CULTURAL.Estudei Gestão Cultural no Observatório e adorei! Eles são feras!!! Vale muito a pena ler este livro!
Clique AQUI
Livro CIDADES CRIATIVAS, da Ana Carla Fonseca. Tive o prazer de conhecê-la, assistir sua palestra e comprar seu livro, que é genial!
Clique AQUI
Livro REPROGRAME SUA CONCEPÇÃO DE MUSEU. Tenho que confessar... é o meu preferido. E o autor organizador, Luis Marcelo Mendes é fera na área de museus. Também tive o prazer de conhecê-lo, assistir sua palestra e comprar seu livro! Delicie-se!!! Ah, e para download, tem as versões em inglês e português!
Clique AQUI
APROVEITEM!!!!
22 de mai. de 2013
MEU MANIFESTO CRIATIVO
Postado por
ÉRICA.
às
18:08
Depois do curso NINGUÉM VAI FAZER POR VOCÊ - GESTÃO FAÇA VOCÊ MESMO DE CARREIRAS CRIATIVAS INDEPENDENTES com RAFAELA CAPPAI, lemos um MANIFESTO DO ARTISTA INDEPENDENTE que mexeu muito comigo.
quer ler também? Clique aqui.
E eu resolvi fazer o meu manifesto... lá vai...
Oi, muito prazer! Eu sou a Flávia. Tenho 28 anos, e há 3 anos eu resolvi jogar tudo pro alto e investir na minha carreira cultural. Não, eu não tenho o sonho de ir parar na televisão. Já subi no palco, já interpretei, já dancei. Mas hoje, eu sou uma Gestora Cultural.
Me formei em Direito, o sonho do meu pai. Me frustrei na faculdade, tomei antidepressivos, não tinha muitos amigos e achava todos os meus colegas quadrados demais para meu mundo. Minha maior frustração foi ver meu convite de formatura e perceber que nada que estava ali se parecia comigo. Mas meus colegas não eram quadrados e o convite não era feio: eu é que estava no mundo errado.
Sofri para passar na prova da OAB, e até hoje não sei porque esta é uma das minhas grandes conquistas. Advoguei por um tempo. Cresci na profissão. Entrei em um escritório como estagiária e saí como advogada chefe de carteira. Tinha um nome na área. Mas estava sufocada dentro do terninho.
Resolvi largar uma carreira estável e me matriculei numa pós-graduação em Gestão Cultural escondida da minha família. Lá, encontrei atrizes, maestros, palhaços, bailarinos, outros advogados. Me encontrei. Sim, aquele era meu mundo.
Meu mundo é meu desde que nasci. Um dos meus primeiros brinquedos, uma corda de pular, virou microfone. E assim, desde pequena, tudo virava arte. E eu achava que a gente crescia e a arte ia embora... Tentaram tirar esse mundo de mim, mas eu fui encarafunchando até reencontrá-lo.
Na Gestão Cultural, conheci a produção e hoje vivo nesse mundo que todos consideram maluco e irreal. Mas ele existe e é muito firme.
Eu não tomo mais antidepressivos e não tenho problemas de baixa-estima. Eu não tenho hora pra dormir e adoro procrastinar para acordar. Todo mês acrescento mais um livro interessante na minha estante e todos estão rabiscados por canetas marca-texto. Meu currículo é diverso e sei um bocado de coisa aqui e acolá.
Minha mesa é uma loucura e eu convivo diariamente com cantores, artistas plásticos, bailarinos, assessores de imprensa, produtores... Ganho convites para festas e espetáculos. Tenho uma agenda cheia de compromissos.
Não tenho carro e dependo de ônibus e metrô para visitar meus clientes. Faço propostas, projetos, planejamentos, briefings. Quando tem edital aberto, emendo noites e esqueço até de tomar banho. As paredes da minha casa são repletas de folders e cartazes dos espetáculos que vou. Sempre amplio minha rede de contatos e não tenho medo da solidão.
Por sorte, tenho um paizão que me ajuda financeiramente e paga meu plano de saúde. Mas é o paizão, meu herói, que me pergunta o tempo todo: "quando você vai ter foco? Quando vai tentar um concurso público?". Às vezes, acho que meu herói não me conhece. Já a minha mãe e meu irmão, ficam olhando de perto e torcendo os dedos para que tudo dê certo.
Eu não abro mão da honestidade e bato boca quando acho que o dinheiro público está sendo mau empregado.
Abri mão de ter uma carreira estável no serviço público e de ter um apartamento próprio. Sonho com meu casamento performático, mas não sei quando terei dinheiro pra isso. Não sei se poderei ter filhos. Não sei se vou ter meu carro.
Não me sinto uma estranha no ninho porque eu tenho minha galera. Pra mim, o divertido é beber no Maletta e dançar no Bordello. Tomo sol na Praia da Estação e tiro fotos no Pinhole Day. Tomo café na Feira da Afonso Pena e adoro assistir ao pôr-do-sol da Praça do Papa.
Eu trabalho com planejamento. Por isso, tenho que estudar muito. Faço até 2 cursos por mês para me manter atualizada. Adoro dar aulas. Já ministrei 4 palestras e adorei. Recebi uma proposta para ministrar um curso e estou empolgada com a ideia. Acredito que tenho que passar tudo que sei. Quero formar cabeças pensantes.
Eu defendo o estudo. Eu defendo a arte. Eu defendo a minha e a sua liberdade.
Eu construo a cada dia uma carreira sólida e sustentável. Quero um dia não depender mais financeiramente de ninguém. Quero comprar minha casinha de sapê e esboçar um filho. Mas sei que leva tempo.
Se eu fosse juíza, já teria isso tudo. Mas eu abri mão do dinheiro pra ser feliz e trabalhar naquilo que acredito.
Eu sei que caixão não tem gaveta. Mas já me disseram que espírito tem memória...
Então...
quer ler também? Clique aqui.
E eu resolvi fazer o meu manifesto... lá vai...
MANIFESTO CRIATIVO DE UMA FAZ-TUDO NA GESTÃO E NA PRODUÇÃO CULTURAL
Oi, muito prazer! Eu sou a Flávia. Tenho 28 anos, e há 3 anos eu resolvi jogar tudo pro alto e investir na minha carreira cultural. Não, eu não tenho o sonho de ir parar na televisão. Já subi no palco, já interpretei, já dancei. Mas hoje, eu sou uma Gestora Cultural.
Me formei em Direito, o sonho do meu pai. Me frustrei na faculdade, tomei antidepressivos, não tinha muitos amigos e achava todos os meus colegas quadrados demais para meu mundo. Minha maior frustração foi ver meu convite de formatura e perceber que nada que estava ali se parecia comigo. Mas meus colegas não eram quadrados e o convite não era feio: eu é que estava no mundo errado.
Sofri para passar na prova da OAB, e até hoje não sei porque esta é uma das minhas grandes conquistas. Advoguei por um tempo. Cresci na profissão. Entrei em um escritório como estagiária e saí como advogada chefe de carteira. Tinha um nome na área. Mas estava sufocada dentro do terninho.
Resolvi largar uma carreira estável e me matriculei numa pós-graduação em Gestão Cultural escondida da minha família. Lá, encontrei atrizes, maestros, palhaços, bailarinos, outros advogados. Me encontrei. Sim, aquele era meu mundo.
Meu mundo é meu desde que nasci. Um dos meus primeiros brinquedos, uma corda de pular, virou microfone. E assim, desde pequena, tudo virava arte. E eu achava que a gente crescia e a arte ia embora... Tentaram tirar esse mundo de mim, mas eu fui encarafunchando até reencontrá-lo.
Na Gestão Cultural, conheci a produção e hoje vivo nesse mundo que todos consideram maluco e irreal. Mas ele existe e é muito firme.
Eu não tomo mais antidepressivos e não tenho problemas de baixa-estima. Eu não tenho hora pra dormir e adoro procrastinar para acordar. Todo mês acrescento mais um livro interessante na minha estante e todos estão rabiscados por canetas marca-texto. Meu currículo é diverso e sei um bocado de coisa aqui e acolá.
Minha mesa é uma loucura e eu convivo diariamente com cantores, artistas plásticos, bailarinos, assessores de imprensa, produtores... Ganho convites para festas e espetáculos. Tenho uma agenda cheia de compromissos.
Não tenho carro e dependo de ônibus e metrô para visitar meus clientes. Faço propostas, projetos, planejamentos, briefings. Quando tem edital aberto, emendo noites e esqueço até de tomar banho. As paredes da minha casa são repletas de folders e cartazes dos espetáculos que vou. Sempre amplio minha rede de contatos e não tenho medo da solidão.
Por sorte, tenho um paizão que me ajuda financeiramente e paga meu plano de saúde. Mas é o paizão, meu herói, que me pergunta o tempo todo: "quando você vai ter foco? Quando vai tentar um concurso público?". Às vezes, acho que meu herói não me conhece. Já a minha mãe e meu irmão, ficam olhando de perto e torcendo os dedos para que tudo dê certo.
Eu não abro mão da honestidade e bato boca quando acho que o dinheiro público está sendo mau empregado.
Abri mão de ter uma carreira estável no serviço público e de ter um apartamento próprio. Sonho com meu casamento performático, mas não sei quando terei dinheiro pra isso. Não sei se poderei ter filhos. Não sei se vou ter meu carro.
Não me sinto uma estranha no ninho porque eu tenho minha galera. Pra mim, o divertido é beber no Maletta e dançar no Bordello. Tomo sol na Praia da Estação e tiro fotos no Pinhole Day. Tomo café na Feira da Afonso Pena e adoro assistir ao pôr-do-sol da Praça do Papa.
Eu trabalho com planejamento. Por isso, tenho que estudar muito. Faço até 2 cursos por mês para me manter atualizada. Adoro dar aulas. Já ministrei 4 palestras e adorei. Recebi uma proposta para ministrar um curso e estou empolgada com a ideia. Acredito que tenho que passar tudo que sei. Quero formar cabeças pensantes.
Eu defendo o estudo. Eu defendo a arte. Eu defendo a minha e a sua liberdade.
Eu construo a cada dia uma carreira sólida e sustentável. Quero um dia não depender mais financeiramente de ninguém. Quero comprar minha casinha de sapê e esboçar um filho. Mas sei que leva tempo.
Se eu fosse juíza, já teria isso tudo. Mas eu abri mão do dinheiro pra ser feliz e trabalhar naquilo que acredito.
Eu sei que caixão não tem gaveta. Mas já me disseram que espírito tem memória...
Então...
25 de abr. de 2013
Não, eu não gostei.
Postado por
ÉRICA.
às
23:04
Realmente, a palavra NÃO ve carregada de uma simbologia forte. Você consegue entender um não em todas as línguas. Por mais que seja NÃO, NON, NO, NEIM.... é sempre um não.
E quando ouvimos um NÃO, podemos sentir do alívio à raiva. Como? basta o sentido da palavra inserido na frase:
- Ele NÃO morreu.
- Você NÃO vai.
- NÃO corremos perigo.
-NÃO estou grávida.
-NÃO, eu não gostei...
Esta última frase, além do NÃO, há uma opinião forte. Afinal, o que é NÃO gostar? É uma forma de agressão?
Se você não gosta de algo, deve falar que não gosta? E se a pessoa se sente ofendida? E se essa pessoa é um crítico de arte? E se essa pessoa é uma professora? E se essa pessoa é um artista? E se essa pessoa é um médico cirurgião plástico?
Devemos nos preocupar com que estamos dizendo ou como estamos dizendo? E o fato de só dizermos, significa uma forma de agressão?
Me questionei essa frase hoje. Não, não tenho twitter agressivo. Não pratico violência (muito menos a gratuita). Mas me coloco no direito de questionar.
Se vou a um espetáculo ruim, quero me colocar no direito de expressar minha opinião. A culpa pode ser do artista, do diretor, ou até mesmo minha por não entender ou não prestar atenção. Não, não tenho o direito de agredir. Mas tenho o direito de falar que não gostei. Se o espetáculo foi executado com DINHEIRO PÚBLICO, quero me manifestar mais ainda. A exibição foi gratuita? Não, não foi. Você entrou no teatro gratuitamente, mas pagou pela realização do espetáculo, porque pagamos impostos diariamente.
Quero questionar. Quero perguntar. E quero dizer se gostei ou não.
Se dói ouvir isso, pode ter certeza que em mim vai doer também. Afinal, eu também não escapo do NÃO...
9 de abr. de 2013
A SÍNDROME DOS 20 E TANTOS ANOS...
Postado por
ÉRICA.
às
00:44
Encontrei este texto na internet. É de autoria desconhecida.
Engraçado como me sinto assim quase todos os dias...
A síndrome dos 20 e tantos
"Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!
Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.
Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.
De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.
O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…
Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…
Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?"
Engraçado como me sinto assim quase todos os dias...
A síndrome dos 20 e tantos
"Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!
Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.
Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.
De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.
O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…
Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…
Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?"
8 de mar. de 2013
DIA 8 DE MARÇO
Postado por
ÉRICA.
às
10:48
HOJE NÃO QUERO FLORES NEM BOMBONS. QUERO RESPEITO!
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Este dia, tão questionado e criticado, teve sua origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial.
A vida da mulher sempre foi pautada pelos desafios.
Quando pequenos, estudamos que, na Pré-História, a mulher era puxada pelos cabelos quando o marido a escolhia. Mas não há qualquer comprovação do comportamento humano da época.
Mesmo com os primeiros escritos, vê-se que o mundo colocou a mulher como frágil, subestimada e dependente.
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Este dia, tão questionado e criticado, teve sua origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial.
A vida da mulher sempre foi pautada pelos desafios.
Quando pequenos, estudamos que, na Pré-História, a mulher era puxada pelos cabelos quando o marido a escolhia. Mas não há qualquer comprovação do comportamento humano da época.
Mesmo com os primeiros escritos, vê-se que o mundo colocou a mulher como frágil, subestimada e dependente.
As mulheres demoraram para frequentar escolas, universidades, votar, e até mesmo a trabalhar fora de casa.
Mas, quando alcançam direitos, conseguem conquistas.
Hoje, existem grandes exemplos de mulheres que souberam colocar seus Direitos Humanos em vigor, como MARIA DA PENHA, que sofreu 2 tentativas de assassinato pelo então marido. E quando foi para a cadeira de rodas por levar um tiro de espingarda enquanto dormia, resolveu lutar bravamente. Como o Brasil não tomou providências, o caso foi parar na CORTE INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS, o nosso país foi obrigado a sancionar uma Lei de proteção às mulheres.
Ditados populares repetidos de forma jocosa absolveram a violência doméstica: “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”; “ele pode não saber por que bate, mas ela sabe por que apanha”; “mulher gosta de apanhar”; “um tapinha não dói”.
Ainda hoje, nos deparamos com inúmeras cenas de machismo contra as mulheres. Quando estava na Universidade, vi um colega defender uma monografia: A CONTRIBUIÇÃO DA VÍTIMA PARA O CRIME DE ESTUPRO.
A liberdade que queremos alcançar ainda está longe. Somos apontadas por sairmos com a roupa que queremos. Se um homem assovia para uma mulher na rua, ela contribuiu para isso, afinal, está incitando os instintos masculinos. Ele não será chamado de tarado subversivo.
Existem muitas Marias da Penha que lutam constantemente, bravamente. A mulher tem o direito de ser o que quiser: PUTA, SANTA, MECÂNICA, BARTENDER, JUÍZA, LÉSBICA, MÃE, MÃE SOLTEIRA, ESPOSA, AMÉLIE POULAIN, MAFALDA, CINDERELA, SATINE, OLGA, ISABEL, JULIA, GRAÇA, ROSA, RITA, GENI.
ME CHAME DE PUTA
ME CHAME DE SANTA
MAS ME CHAME,
ACIMA DE TUDO,
DE LIVRE!
Escreveu Simone de Beauvoir: "NÃO SE NASCE MULHER. TORNA-SE MULHER".
Para bom entendedor, uma frase basta!
FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER PARA TODAS AQUELAS QUE SE SENTEM MULHERES!
E aos machistas:
EU NÃO VIM DA SUA COSTELA. VOCÊ QUE VEIO DO MEU ÚTERO!
26 de fev. de 2013
Vanguardista
Postado por
ÉRICA.
às
23:05
21 de fev. de 2013
VOCÊ ACHA QUE EU TENHO MEDO DE VANGUARDA????
Postado por
ÉRICA.
às
19:54
A antropóloga pega o microfone e faz uma pergunta de 5 minutos para Ferreira Gullar.
Ele, com seus 82 anos, prestou atenção em tudo, e ao final questionou:
- Afinal, qual é a pergunta? (Contextualizando, ela queria saber se existem grandes profissionais que lidam com a arte contemporânea, como expor urinóis e urubus nos museus...)
A antropóloga, curadora de um grande museu, retruca:
- Se não entendeu a pergunta, é só não responder!
Gullar, no seu semblante irônico:
- Minha filha, você acha que eu tenho medo de vanguarda?? Eu fui um dos criadores do movimento Neoconcreto!!
Palmas.
Ok, Cláudia, senta lá.
Finalizando a fala de Gullar:
- Se você acha que cagar na latinha é arte, o problema é seu. Mas não confunda manifestação política e formas de expressão com arte. E a arte não revela a realidade. O artista que inventa uma realidade... Ou você acha que uma rua de 5 metros de largura cabe dentro de um quadro?
A ARTE EXISTE PORQUE A VIDA NÃO BASTA...
Gullar, OBRIGADA!
GULLAR, Le Penseur...
19 de fev. de 2013
Sinto muito, mas não estou à venda...
Postado por
ÉRICA.
às
17:20
Sim, sou vagabunda.
Estranho iniciar um texto assim, mas já começo avisando que não sou aquela queridinha do papai que fez a faculdade dos sonhos, passou num super concurso público e casou com um empresário riquíssimo e sadomasoquista. Não, eu fui contra o sistema.
Trabalho com Gestão Cultural. Nado nos chafarizes da Praça da Estação, como o delicioso bolinho de bacalhau no Nelson Bordello, vou a praticamente 55 peças de teatro/dança por ano, vou ao cinema no 104, danço na Corte Devassa nos dias de carnaval...Por isso mesmo, sou vagabunda. Porque, simplesmente, trabalho e sou amante da arte. Porque fui bailarina por anos e fiz outros muitos de teatro. Porque dancei, interpretei e, hoje, fico atrás das cortinas trabalhando para que tudo dê certo. O quê? TRABALHANDO?
Sim, sou uma vagabunda que trabalha. Que estudou, se especializou. E muito. E que se especializa cada vez mais. EM CULTURA. EM ARTE. EM GENTE. Passo madrugadas elaborando projetos para Leis de Incentivo, corro de um lado para o outro atrás de produtores, assessores de imprensa, busco artistas em aeroporto, faço reunião com empresas para captar recursos... É muita vagabundice, certo?
Não quis enfrentar as mesas de um concurso público. Não quis seguir carreira jurídica. Não quis usar tailleur. Não quis ter um carro. Não quis ficar na casa dos meus pais. Não quis ficar quieta. Quis ser vagabunda.
Quis rodar o mundo e estudar fora. Quis visitar museus. Quis ficar debaixo das obras do Rodin para ouvir o silêncio de sua arte. Quis me deliciar no Pompidou. Quis apertar a orelha de Van Gogh. Quis colocar meu nariz de palhaço e sair por aí. Quis viajar ao Rio só para ir ao Museu de Arte Moderna admirar as obras da Adriana Varejão. Quis ir a Inhotim várias vezes para ouvir as caixas de som.
Tudo o que quis, eu fiz.
Tudo com arte. Tudo com cultura.
Mas não, não estou à venda.
Meu trabalho que está à venda.
Porque sou vagabunda, mas quero receber por isso... E não quero receber em selos, vinhos, bloquinhos, camisetas. O escambo saiu de moda junto com as caravelas.
Como escreveu DIOGO SALLES: “trabalhe de graça para mim — em troca eu vou te catapultar ao total estrelato”. A situação está sendo subvertida a tal ponto que, se o artista recusar a “oferta”, chega-se a uma estranhíssima inversão de papéis.De repente é como se o artista devesse agradecer aos céus por uma oportunidade como essa (quiçá ele até terá de pagar para poder publicar em um espaço tão ilustre que ninguém lê, nem compra e nem acessa)."
Muitas vezes, quando vou elaborar um projeto cultural e envio minha proposta de remuneração, me deparo com a pergunta: "Peraí, mas você vai cobrar"?????
E assim há a inversão de papéis, onde me deparo novamente com outra bizarria: "Mas você vai trabalhar pra mim, vou te dar NOME!". Ok, chapa, seguinte, meu nome foi-me dado quando nasci, inclusive sem meu consentimento, já que este direito foi desprovido do nascituro.
E infelizmente, meus 15 minutos de fama não serão de graça. Nem BBB "trabalha de graça", meus sais!!! Por que eu, que estudei e quis ser vagabunda, tenho que fazer filantropia?
Trabalho de graça em projetos sociais que me dão um retorno maravilhoso: gratidão. Mas viver 100% disso, só quem tem pai ou marido rico, ou nasceu com problemas na caixola.
Pois é, minha gente, vou cobrar pelo meu trabalho sim. Porque tenho contas a pagar, burocracias para viver, muitas obras para produzir, muito estudo para aprofundar e muita viagem para deleitar. Entendeu? Não? Ok, vou desenhar:
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